| Lendo: | Three Soldiers, de John dos Passos |
| Acabei: | Collapse, de Jared Diamond |
Dizem que os cachorros costumam parecer com os donos. Frida é meio inquieta demais, como seu dono que vos fala. Mas além de latir para crianças barulhentas, ela até que não me imita muito.
Por outro lado, os parisienses, apesar de viverem em uma das cidades mais belas do mundo, são muito estressados. E seus cachorros, apesar de viverem na cidade mais dog-friendly do mundo, também são altamente nervosos, irritados e francamente neuróticos.
É bem comum que esses cachorros (normalmente os pequeninos de por em bolsa) entrem em estado histérico profundo na rua quando veem outros cachorros.
A Frida sempre foi uma cachorra pacata, de fazer amizade com todos os cachorros na rua. Mas ultimamente, depois de tantos ataques gratuitos, ela já entrou na fase Chuck Norris de partir para a briga primeiro e perguntar depois. Cada vez que vejo um maltês pela rua, já seguro a peste – nada mais irritado com o mundo do que um maltês. Bem, se eu tivesse nascido um maltês, também seria emputecido com o universo.
Evil, but in a nice way.
My Personal Evil Priest responderá suas angústias e dúvidas nesse endereço: iamevil.blog, que fica lá no gmail. Don't be evil? Ha!
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