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Tweets are back. A nova interface é meio feia, mas foi a única que eu descobri que elimina os replies. Aceito sugestões.
| Lendo: | Three Soldiers, de John dos Passos |
| Acabei: | Collapse, de Jared Diamond |
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Tweets are back. A nova interface é meio feia, mas foi a única que eu descobri que elimina os replies. Aceito sugestões.
Domingão de feriado, fomos ver Coco Avant Chanel no cinema. Para ver se o francês dá conta de acompanhar um filme inteiro. Perdi uma coisa ou outra, mas deu para ver que o filme é chato. Mostly harmless.
Fiquei pensando nas diferentes categorias de filmes ruins da vida, porém. Filmes como esse da Chanel que são chatinhos, mas você esquece logo que sai do cinema. Há outros, mas eu esqueci. Há filmes que são tão ruins que são engraçados, como o clássico “Killer Clowns From Outer Space”, que eu vi outro dia na TV daqui. E aqueles filmes que, por algum motivo, dão raiva, vontade de dar porrada em todos os envolvidos na construção da monstruosidade, começando pelo diretor e produtor e terminando no cara que trazia o cafezinho. Exemplos recentes são “Maria Antonieta”, daquela super-valorizada da filha do Coppola (que só fez um filme bom e depois destruiu a estória do “The Virgin Suicides”) e o “Knocked Up”, que eu tive a desventura de ver um dia que eu estava precisando de algo leve e divertido para espairecer.
Agora, pensem em outros exemplos ou categorias. And discuss.
Surpresas
O mais curioso das minhas incursões musicais aqui é o inesperado gosto por rap francês. Eu que nunca liguei para a versão original. Não que eu entenda o que eles falam. Nos dois casos J.
Evil, but in a nice way.
My Personal Evil Priest responderá suas angústias e dúvidas nesse endereço: iamevil.blog, que fica lá no gmail. Don't be evil? Ha!
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