Bobozinhos de novo
Eu tento evitar que este blog seja monopolizado pelos filhotes da Frida, mas a verdade é que eu estou sem assunto de caráter público e os bobozinhos tem uma audiência insaciável. Então aí vai mais um (botei outros no PicasaWeb):
| Lendo: | Three Soldiers, de John dos Passos |
| Acabei: | Collapse, de Jared Diamond |
Música da Semana da Rádio I Am Evil
Também fomos até o famoso restaurante da Viña Santa Rita. Meio carinho para o que oferece, não porque a comida seja ruim, o preço é que é muito salgado, ainda mais com consumação mínima. O lado bom foi que a consumação mínima nos permitiu o luxo de pedir um vinho superior, que eu jamais pediria em outras circunstâncias. O lado ruim foi que ainda estávamos meio baleados do restaurante do parágrafo anterior e não curtimos muito. Acabamos deixando pouco mais que uma taça e meia no decantador. Outro lado ruim, confirmando uma vez mais a necessidade de provas de permissão para viagens ao exterior de brasileiros, foi que um engraçadinho, em outra mesa, notou que havíamos deixado vinho e fez questão de fazer uma piada sem graça quando perguntamos se o tour incluía degustação. Pombas, que tipo de pessoa presta atenção no vinho da outra mesa. E só tínhamos perguntando porque nossas visitas queriam comprar vinho. Idiota. Acabou que elas compraram no escuro e ainda levaram uma cantada sem jeito do vendedor.
“Now let us return to the experiment and try to underscore their meaning. The behavior revealed in the experiments reported here is normal behavior but revealed under conditions that show with particular clarity the danger to human survival inherent in our make-up (…): the capacity for man to abandon his humanity, indeed, the inevitability that he does so, as he merges his unique personality into larger institutional structures.”
(Stanley Migram in “Obedience to Authority”)
Evil, but in a nice way.
My Personal Evil Priest responderá suas angústias e dúvidas nesse endereço: iamevil.blog, que fica lá no gmail. Don't be evil? Ha!
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